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Maestro João Carlos Martins se reúne com representantes da música londrinense

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O músico reconhecido internacionalmente apresentará projeto musical criado por ele

O maestro e pianista João Carlos Martins, considerado um dos maiores intérpretes de Bach do século XX, estará em Londrina nesta quinta-feira (11) para um bate-papo com músicos e coordenadores de projetos musicais da cidade.Ele fará uma apresentação do projeto Orquestrando o Brasil, idealizado por ele, e conhecerá o trabalho realizado pelos grupos musicais da região. O encontro será às 18h30 no Auditório Vilanova Artigas, na sede da Secretaria Municipal de Cultura, na Praça 1º de Maio, 110, em frente à Concha Acústica.

O bate-papo segue uma série de encontros com o maestro João Carlos Martins no país para apresentar o Orquestrando o Brasil. O projeto é uma plataforma digital (www.orquestrandobrasil.com.br) idealizada por ele com a proposta de disseminar conteúdos, oferecer capacitação para regentes e músicos e ser uma ferramenta para a troca de conhecimentos sobre a área musical. O portal é voltado para profissionais e amadores da música que desenvolvem projetos locais como corais, bandas e orquestras, com o objetivo de ajudar estes grupos a crescer e se consolidar na música local. O projeto foi realizado com apoio da Fundação Banco do Brasil, do SESI/SP e FIESP.

Em Londrina, ele também visitará três projetos musicais patrocinados pelo Programa Municipal de Incentivo à Cultura: o projeto Musicando na Escola, da Associação Promusicando; o projeto Musicalizando e Dançando para a Vida, do Centro Esperança por Amor Social (Cepas); e da Orquestra e Coral Solidariedade Sempre, iniciativa da Associação Solidariedade Sempre.

O maestro – João Carlos Martins nasceu em São Paulo, em 1940, e iniciou seus estudos de piano aos oito anos de idade. Começou a carreira como pianista aos treze, no Brasil, e aos dezoito no exterior. Considerado pela crítica internacional um dos maiores intérpretes de Bach do século XX, o maestro já gravou a obra completa do músico alemão.

Como pianista, abandonou os palcos no ano de 2002 por problemas físicos. Em 2004 iniciou seus estudos de regência, realizando apresentações em Londres, Paris e Bruxelas como regente convidado. Em 2006, idealizou a Fundação Bachiana, entidade sem fins lucrativos que desenvolve atividades de formação musical e cultural. Hoje com 78 anos, construiu uma sólida carreira com aBachiana Filarmônica SESI-SP, a primeira orquestra brasileira a se apresentar no Carnegie Hall, em Nova Iorque, em 2007 e 2008.

O maestro teve sua vida registrada por cineastas europeus duas vezes. Também foi tema do documentário “O piano como destino”, dirigido por José Roberto Walker, e do filme biográfico “João, o Maestro”, do diretor Mauro Lima, lançado em 2017.

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